COO precisa decidir se internaliza logística de última milha ou renova contrato com operador atual que falhou 3 vezes no trimestre
Contexto e Desafio
OTIF do operador atual caiu de 94% para 87% nos últimos 2 trimestres — 3 falhas críticas. Penalidades acumuladas: R$ 1.2M. NPS do cliente final caiu 8 pontos. O contrato vence em 90 dias. A decisão: renovar com SLA mais rigoroso, trocar de operador, internalizar a operação, ou modelo híbrido. Internalizar exige R$ 3.5M de investimento inicial com payback incerto. Trocar de operador envolve 60 dias de transição com risco de piora no curto prazo.
Fontes: dados operacionais típicos do setor · Gartner Supply Chain Top 25 · McKinsey Operations Excellence
4 alternativas: renovar com SLA + penalidade progressiva, trocar para operador B (proposta recebida), internalizar frota própria, híbrido (rotas críticas internas + demais terceirizado). TCO de 24 meses por alternativa. Risco de transição quantificado.
Modelo híbrido implementado. Monitoramento semanal: OTIF por rota, custo por entrega, NPS. Alerta mês 3: operador B com OTIF 91% nas rotas dele — abaixo do prometido. Renegociação acionada com dados na mesa.
COO confirma: resultado parcial. OTIF geral subiu para 95%. Rotas internas a 98%. Operador B renegociado com penalidade ativa. Custo total caiu 7% vs cenário de internalizar tudo. NPS recuperou 6 dos 8 pontos.
Sem governança (Cenário típico)
- × Renovou com operador atual "porque trocar dá trabalho"
- × OTIF continuou caindo — mais R$ 1.2M em penalidades
- × NPS despencou mais. Diretoria cobrou. COO trocou às pressas.
- × Transição de emergência custou 3x mais que transição planejada
Com governança Arcogi
- ✓ TCO de 24 meses por alternativa — não só custo de frete
- ✓ Risco de transição quantificado antes de decidir
- ✓ Operador B abaixo do prometido detectado no mês 3
- ✓ Renegociação com dados na mesa — não com reclamação
Operações — Logística de última milha
Sem Arcogi
A operação já tem dashboard, alerta automático e reunião recorrente com o operador logístico. O problema não é falta de sinal. É falta de decisão governada sobre o que fazer com ele.
OTIF cai, o alerta chega, o fornecedor promete ajuste e a organização segue operando por reação. Enquanto isso, renovação contratual, NPS, custo de transição e risco operacional continuam dispersos entre áreas — sem uma comparação formal das alternativas disponíveis.
Quando a mudança finalmente acontece, ela costuma acontecer tarde: com pressão, transição emergencial e custo muito maior do que seria necessário com planejamento.
Com Arcogi
A Arcogi transforma alerta operacional em decisão comparável.
Em vez de reagir apenas ao KPI em queda, a organização passa a estruturar formalmente as alternativas: manter e renegociar, substituir, operar em modelo híbrido, internalizar parte da malha ou revisar o desenho logístico como um todo.
Essas opções deixam de ser opiniões em reunião e passam a ser comparadas por critérios explícitos, como: impacto em OTIF, custo total em horizonte plurimensal, risco de transição, efeito em NPS, e capacidade real de execução.
Se a jornada for completa, a Arcogi continua acompanhando a decisão depois da escolha. Isso permite detectar cedo quando o operador volta a degradar abaixo do SLA, quando o custo real foge do esperado ou quando a alternativa escolhida começa a tensionar KPIs entre serviço e margem — e reabrir o ciclo antes que a empresa pague pela reação tardia.
O kernel já prevê KPI declaration, telemetry, BOT e re-trigger por drift ou tensão entre KPIs. O que foi aprendido também não se perde na troca de fornecedor ou na ata da reunião. Vira precedente operacional para o próximo ciclo.
Por que isso importa para o C-level
Porque dashboards mostram que o OTIF caiu. A Arcogi governa a decisão sobre como responder.
Para o COO, isso significa sair da cobrança recorrente sem mudança estrutural para uma escolha comparável e defensável.
Para o CFO, significa enxergar custo total, não só custo imediato.
Para o CEO, significa reduzir o risco de deixar uma operação crítica degradar até que a única saída seja a mais cara.
Essencial
Ciclo completo com TCO por alternativa + trilha. COO confirma em 12 meses. Empresa sabe por que escolheu híbrido e qual foi o resultado — mas não detectou operador B abaixo do SLA a tempo.
Completa
Tudo da Essencial + monitoramento semanal de OTIF por rota. Operador B detectado no mês 3. Renegociação 3 meses antes do que seria — com dados na mesa, não com pressão.
"Renovar porque trocar dá trabalho é a decisão mais cara que um COO pode tomar. O custo de não decidir é sempre maior do que o custo de decidir com informação."